segunda-feira, 15 de agosto de 2011

ABAIXO O ESTRESSE !

Viva para Descansar!

Ame a sua rede. Ela é o seu templo. 


Se vir alguém descansando, ajude-o. 


Descanse de dia para poder dormir a noite... 


O trabalho é sagrado, não toque nele.


Nunca faça amanhã, o que você pode fazer depois de amanhã. 


Trabalhe o menos possível. O que tiver para ser feito, deixe que outra pessoa faça. 


Calma. Nunca ninguém morreu por descansar, mas você pode se machucar trabalhando. 


Quando sentir desejo de trabalhar, sente-se e espere
que ele passe. 


Não se esqueça, trabalho é saúde. Deixe o seu para os doentes.


ABAIXO O ESTRESSE!

domingo, 14 de agosto de 2011

EU VOU ME CONVENCER.


Hoje eu acordei com um forte pensamento de que tem alguma coisa errada comigo. 

Tem alguma peça fora do lugar. Tem que ter uma peça fora do lugar. Estou preso no meu pior pesadelo. Estou preso em mim mesmo, perdido em meus próprios temores e desamores. Estou preso na minha loucura, nos meus vícios, na minha paranóia. Estou fazendo tudo o que eu disse que nunca faria e não estou nem um pouco arrependido.

E agora eu me pergunto como eu me deixei chegar a esse ponto? Eu que sou a esperança da família. Como eu me deixei dominar por esses desejos como se eles fossem mais importantes que todas as outras coisas? Eu que sempre fui bom-menino, sensato e responsável. Eu que sempre fui perfeito. Agosto já está morrendo e eu não entendi um terço do que me aconteceu durante o ano passado.

Amizades que não deveriam ter começado, verdades que não precisavam ter sido ditas, amores que não podiam ter existido. Tantas coisas saíram do meu controle e agora eu não tenho idéia de como consertar, de como recomeçar. Nem sei se quero. Tenho me sentido bem assim. 
E talvez eu esteja realmente bem.

É, eu estou bem. E vou me convencer disso.

sábado, 13 de agosto de 2011

A VERDADE SOBRE OS MÓRMONS.


Após mais de seis meses freqüentando a Igreja Mórmon, pesquisando, refletindo e estudando as Escrituras, usando meu raciocínio e discernimento, cheguei à conclusão nua e crua de que, para muitas pessoas, o mormonismo significa apenas pares de rapazes de cabelo bem cortado e de aparência devotada, que assediam as pessoas em busca de novos adeptos, usam a Bíblia apenas para se aproximarem delas e prometem uma rede de amigos, família eterna e um profeta vivo para dar segurança às suas vidas.

Certamente, na atual sociedade de famílias e amigos rapidamente mutantes, a oportunidade de aprimorar-se e a segurança religiosa são muito atraentes e desejáveis. Nesse respeito, o mormonismo ”aparentemente” tem muito a oferecer.

Cada ala mórmon, o equivalente a uma congregação, regularmente patrocina jogos, piqueniques, festas, danças, jantares e outras atividades semelhantes. Famílias são incentivadas a passar as noites de segunda-feira juntas em estudo, recreação e outros programas familiares. A igreja também opera um sistema de previdência própria para ajudar seus adeptos que atravessam fase difícil. Tais programas, junto com um imenso rol de celebridades, não só exercem um forte atrativo sobre prospectivos adeptos, mas também faz com que os já associados, a grande maioria bastante descontente e mal satisfeita, pensem duas vezes antes de abandonar a igreja.

*  NEM TUDO ESTÁ BEM EM SIÃO  *

Crescimento, prosperidade material, boa posição social e respeitabilidade podem contribuir para dar ao mormonismo uma imagem atraente e ideal, porém irreal.

Mas os bispos e outras autoridades da igreja, que empregam uma grande parte do seu tempo aconselhando, em intermináveis e constantes reuniões com as lideranças em que nada é resolvido e outras atividades de pouca importância, estão certamente bem apercebidos de que “nem tudo está bem em Sião”.

Em Catu, por exemplo, onde na década passada a igreja contava com uma média de 130 membros ativos, hoje, uma década depois, ao invés de aumentar, este número decresceu e conta talvez com no máximo cinqüenta membros apáticos, não participativos e insatisfeitos.

Todos os programas sociais e religiosos da igreja trouxeram pouca, se é que alguma vantagem real para os seus membros. Ao contrário, o excesso de relatórios, atas intermináveis, planos mirabolantes, metas irreais, manuais complicados, viagens semanais perigosas, estressantes e desnecessárias, mestres familiares que não funcionam e que nunca visitam ninguém, noite disso e noite daquilo, crianças sem rédea, freio ou educação, que não obedecem a nada e nem a ninguém, que correm o tempo todo, que comem banana e jogam bola em plena reunião sacramental, deitadas embaixo dos bancos e cujos pais acham isso perfeitamente normal, excesso de lideranças, pois todo membro na igreja é líder ou chefe de alguma coisa, ou conselheiro, ou secretário ou professor, etc, unidos numa bagunça total onde ninguém entende ninguém e ninguém sabe de nada, fuxicos, bailes a fantasia, torneios, idas ao templo, batismo de defuntos, casamentos celestiais, ordenanças, chamados para todos os gostos, vestes sagradas, tempo, esforço e dinheiro gastos em vão, pois tais programas desgastam e desgostam seus membros, ansiosos por simplesmente ouvirem a Palavra de Deus, e transformam a igreja num misto de repartição pública municipal e circo mambembe de quinta categoria, restando pouquíssimo ou nenhum tempo para a adoração verdadeira e de fato, e apenas contribuindo para a frustração, desapontamento, descontentamento e estresse de seus infelizes membros, que com  certeza e com suas próprias mãos, expulsam dali o Espírito Santo de Deus.

Outro motivo de preocupação para os líderes da igreja é a gigantesca corrente de membros inativos e afastados que chega a perfazer 90% do total e os insignificantes 10% restantes, são membros apáticos, indiferentes e insatisfeitos, resultado de uma doutrina fraca, complicada, idiota e sem fundamento algum. No entanto, estão incluídos na contagem total de milhões de membros anunciada pela igreja.

Ainda outra preocupação constante e que deixa os líderes de cabelo em pé é a falta de admissão de membros novos, visto que a igreja em geral, com seus líderes, membros e missionários, são totalmente despreparados e desinteressados em pregar o Evangelho como se deve, concentrando seus esforços em mendigar aos membros, nomes de parentes e vizinhos, que nunca funciona e mesmo que funcionasse, os pouquíssimos que porventura se arriscam e se batizam sob pressão, desaparecem logo no dia seguinte sem dar maiores explicações. Entram por uma porta e saem pela outra. Toni


terça-feira, 9 de agosto de 2011

OS DOIS LADOS.


Sempre tenho a impressão que estou de pé olhando para mim mesmo.

Tenho medo de não conseguir manter minhas idéias, meus pontos de vista, minhas escolhas. A minha cabeça é como um guarda que não permite que eu estacione em local algum. Eu fico dando voltas e voltas no meu cérebro e quando encontro uma vaga para ocupar, o guarda diz: circulando, circulando... 

Você está me entendendo? Eu não tenho área de repouso. Raramente desligo, e quando isso acontece, não dá nem tempo para o motor esfriar.

Não é por outra razão que estou aqui tentando colocar ordem nessas idéias que vivem em trânsito. Não chego a temer a loucura, no fundo a gente sabe que ninguém é muito certo. Eu tenho medo é da lucidez. Tenho medo dessa busca desenfreada pela verdade, pelas respostas. Eu me esgoto tentando morder meu próprio rabo.

Quando estou acostumando com uma versão de mim mesmo, surge outro, cheio de enigmas, e vou atrás dele. Tem gente que elege uma única versão de si próprio e não olha mais para dentro. Esses é que são os lunáticos. 

Eu, ao contrário, quase não olho para fora.

domingo, 7 de agosto de 2011

CHIQUEIRO EM FESTA.


Enquanto o povo sofre e trabalha o ano inteiro, os porcos se esbaldam e fazem a festa no chiqueiro.

Que porquinhos bonitinhos, que porquinhos safadinhos, que porquinhos ladrãozinhos. Dariam uma boa feijoada, pezinhos, orelhas e focinhos.

A sujeira fede tanto, que ninguém agüenta mais. Que bagunça, que mau cheiro, são os porcos no chiqueiro.

Esgoto
Esgotinho
Esgotado

FAZEM A FESTA OS PORQUINHOS DO SENADO!


sábado, 6 de agosto de 2011

FILHOS DA PÁTRIA.

Nascemos da patologia de uma sociedade moderna e da modernidade de uma sociedade doente. 

Fomos criados as margens da civilização, feito bichos, animais desprezíveis.

Somos escravos de um sistema desumano, acorrentados pela própria existência. 

Somos filhos de uma pátria suja, manchada pela corrupção e pela hipocrisia. 

Somos parte de um “sistema feudal moderno”, no qual os senhores feudais (Políticos e grandes empresários) continuam sendo donos de tudo, os nobres (Ricos) continuam a ocupar posições importantes e de destaque na sociedade e o Clero (Igreja) continua a exercer grande influência.

E nós, a plebe, camponeses, escravos (O POVO), continuamos a ser a escória da humanidade. 

Somos lixo orgânico, apenas vultos, sombras do que se diz “sociedade globalizada”.

Somos mancha negra na pintura. Somos “filhos de uma pátria sem filhos”.

Apenas FILHOS DA PUTA!


quinta-feira, 4 de agosto de 2011

MINHA CABEÇA.

Tenho medo de escrever seja o que for, porque eu não sei mais onde minha mente anda, e às vezes, vai que eu escrevo alguma coisa diferente do que minha mente diz prá eu escrever?

Parece que eu tenho medo de confrontar com ela que já não me domina mais, mas que não existe mais direito também. Então quem eu sou sem a minha mente?

Um pedaço de nada que anda com a boca escancarada, sorrindo e bocejando pela calçada sem mais loucura, mas na verdade eu só estou sem minha cabeça.

Porque ela tá pendurada em cima de uma estante, do lado de outras cabeças, olhando pro lado, olhando pro teto, pro teto que mostra que tudo dentro daquele lugar tem fim,
menos o que pode ser imaginado pela mente que está naquela cabeça.